Acidente Vascular Encefálico: uma revisão de escopo
Author(s) -
Mustafa Darwiche,
Dilson Fronza
Publication year - 2021
Publication title -
research society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i13.19904
Subject(s) - medicine , gynecology
O AVE é uma doença com alta carga de morbimortalidade a nível nacional e global. Nos Estados Unidos é a quinta principal causa de morte, com prevalência geral de 2,6% no período entre 2009 e 2012. No Brasil, estima-se que há 2.231.000 pessoas com AVC e 568.000 com incapacidade grave. Este artigo busca descrever características deste agravo agudo para auxiliar os profissionais de saúde no encontro de informações importantes relacionadas a esta patologia. Fatores de risco como hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes, dislipidemia, fibrilação atrial e estenose de carótidas foram associadas a maior risco de desenvolvimento de AVE, sendo a HAS a mais importante. Embora sinais e sintomas clínicos sejam importantes, a neuroimagem é fundamental para diferenciação dos quadros de AVE isquêmico do hemorrágico para guiar o tratamento mais adequado. Alguns dos diagnósticos diferenciais do AVE são acidente isquêmico transitório (AIT), convulsões, cefaleia, hipoglicemia, tumores, vertigem e alteração do estado mental. Algumas complicações médicas após AVEs são disfagia, incontinência urinária, embolia pulmonar, trombose venosa profunda (TVP), pneumonia, depressão e úlceras de pressão. É de extrema importância o diagnóstico correto e precoce do Acidente Vascular Encefálico (AVE) para evitar as sequelas deste evento agudo e o tratamento adequado da HAS, diabetes mellitus e dislipidemia são de grande importância para redução da elevada prevalência de AVE.
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